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Grécia

Sob qualquer ângulo que se analise a Grécia, seu povo e sua cultura, o resultado será um superlativo. Banhado por alguns dos mares mais famosos da Europa e da Ásia – Jônico, Mediterrâneo, Mirtóico e Egeu, entre outros –, pontuados por ilhas fantásticas, é um país de belezas naturais quase incontáveis. O deslumbre invade também o continente, onde as montanhas do Peloponeso, as rochas de Meteora e outros cartões-postais completam o pacote, como as badaladas praias de Mykonos. Descubra os vestígios de Péricles e o apogeu da cultura grega em Atenas, as origens dos Jogos Olímpicos em Olímpia e se encante com as cúpulas azuis e paisagens vertiginosas de Santorini. Encontre as pegadas das antigas civilizações que construíram, ao longo de milênios, um patrimônio arquitetônico, filosófico e cultural cujo valor não pode ser medido. Para conhecer um pouco dessa história não deixe de passar pela Creta dos minotauros e a Delos dos deuses. E os mesmos gregos que há 3 ou 4 mil anos já falavam em democracia e elaboravam uma rica mitologia são os que hoje recebem com seu notório calor os turistas. Para isso não deixe de mergulhar também na apetitosa culinária da península e suas ilhas, que vai da clássica salada horiatiki a incríveis pratos com frutos do mar. Isso tudo é claro arrematado com o azeite de veneráveis oliveiras, o vinho de Baco e um bom cálice do destilado ouzo para brindar.

Um roteiro com os destaques da Grécia pode ser combinado com um pulo até a Turquia ou mesclando bem destinos de continente e insulares. Fora os programas fechados dos cruzeiros, o viajante independente pode fazer um circuito com quatro noites em Atenas, uma em Olímpia e duas ou três na região de Meteora. Daí, siga para Delfos (de passagem por Tebas) e uma semana nas ilhas, incluindo Delos, Mykonos e Santorini. Na “perna” das ilhas, você pode optar por mini-cruzeiros de três a oito noites, passando inclusive pelo litoral turco, com paradas em Éfeso e Kusadasi.

O clima da Grécia varia de acordo com a situação geográfica, ou seja, tudo depende de estar numa região montanhosa ou não, no continente ou nas ilhas — e no caso das ilhas, a localização também conta. Mas, no geral, o inverno é ameno e o verão, quente e seco, com temperaturas altas — em Atenas, elas podem ultrapassar os 40 graus facilmente. O frio do inverno castiga mais montanhosas ou as mais afastadas do mar. Aliás, a neve é comum nas montanhas mais altas, onde há inclusive pistas de esqui. Os meses de julho e agosto reúnem legiões de turistas vindo do mundo inteiro em busca de sol, calor e badalação nas ilhas. Esse movimento provoca um aumento generalizado nos preços de hospedagem, transporte e alimentação. A vantagem é que os transportes aéreos e marítimo aumentam a frequência, mas fica mais difícil encontrar acomodação, já que os estabelecimentos lotam. Para quem gosta de praias sem multidão, o melhor período é de abril a junho e nos meses de setembro e outubro.
Fonte: revista Viagem e Turismo

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